ASSALTANTES PRESOS PELA ROTA.

Policiais militares do 1º Batalhão de Choque, a ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) prenderam no último sábado (11), um homem de 18 anos e apreenderam um menor de 17 que haviam roubado um carro duas horas antes, no bairro Arthur Alvim.

Com informações recebidas pelo rádio, os PMs viram um Fox vermelho com as mesmas características e dois homens dentro, no Jardim Aricanduva.

Abordados, E.G.S.R., estudante, e o menor B.R.S., acabaram confessando o roubo do carro na porta da casa da vítima, por volta das 20h. Os acusados disseram que a arma do crime estava com os outros dois participantes da ação, que ainda não foram identificados.

Ambos foram reconhecidos pela vítima. O menor foi encaminhado à Fundação Casa e o estudante foi preso. O caso foi registrado no 69º DP como roubo, corrupção de menor, formação de quadrilha e ato infracional e localização, apreensão e entrega de veículo.
Fonte : Site da SSP

RONDAS OSTENSIVAS DE NATUREZAS ESPECIAIS (RONE)



RONDAS OSTENSENSIVAS DE NATUREZAS ESPECIAIS                (RONE)

Em 1988 havia sido ativado o Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO). Em 1992 o PATAMO foi transformado em Rondas Ostensivas de Natureza Especial (RONE). A RONE se constitui basicamente em uma tropa especializada em combate à criminalidade violenta; tais como roubos executados por quadrilhas e gangues, latrocínio, extorsão mediante sequestro e tráfico de entorpecentes. Sua missão é atuar extensivamente nos bairros onde os índices de criminalidade são mais altos, através de operações de batida policial, bloqueio, presença e cercos policiais.
A RONE atua com viaturas de médio porte, guarnecidas com quatro ou cinco policiais militares, com armamentos e equipamentos específicos; possuindo forte capacidade de ação e reação, principalmente por meio de abordagens e buscas pessoais, na repressão e prevenção de crimes. A unidade atua ainda em controle de distúrbios civis, defesa e retomada de pontos sensíveis, escoltas de dignitários e numerários, e outras atividades de manutenção da ordem pública.

Série : "Armas usadas pelas forças militares mundiais" #02- MÍSSIL AIM-9X

  MÍSSIL AIM-9X: UMA DAS ARMAS MAIS LETAIS JÁ CRIADAS NO PLANETA

Para entrar em uma guerra, um país precisa estar com suas tropas e frotas de veículos bem preparadas. E boa parte dessa preparação está relacionada diretamente com o desenvolvimento de novas tecnologias militares.
No sentido mais prático dos conflitos, ou seja, o poder de destruição, de nada valeria os enormes investimentos em aeronaves indetectáveis e supervelozes se elas não estiverem munidas de armamentos eficientes.
Neste artigo, vamos trazer você para perto de uma das armas mais modernas e precisas do mundo: o míssil AIM-9X, produzido pela Raytheon — um conglomerado de empresas norte-americanas especializado em equipamentos de guerra e aeroespaciais.




Dados técnicos do AIM-9X

  • Velocidade máxima: duas vezes e meia a velocidade do som, o que corresponde a cerca de 3.060 km/h;
  • Comprimento: aproximadamente 3 metros;
  • Diâmetro: 13 centímetros;
  • Peso total: 85 kg;
  • Ogiva de fragmentação anular: 9,5 kg;
  • Alcance operacional: em torno de 18 km;
  • Preço unitário: US$ 85 mil.

Caçador indomável

O AIM-9X é um projétil do tipo Sidewinder que faz parte de uma linha antiga de armamento (denominada AIM-9) e é considerado um míssil ar-ar de curto alcance, ou seja, ele é lançado de uma aeronave em voo com o objetivo de atingir e derrubar (ou explodir) um avião inimigo.
Esse tipo de equipamento é chamado de arma inteligente, pois conta com sistemas embutidos capazes de guiar o míssil até o seu alvo, mesmo que ele tome direções diferentes. No caso do AIM-9X, é usado um dispositivo infravermelho que o permite seguir o calor emitido pelos motores ou até pela fuselagem do alvo.



Dotado de tecnologias bastante avançadas, este míssil é um caçador que rastreia e persegue impiedosamente a sua presa, dando a ela pouquíssimas chances de escapar. Mais para frente, neste mesmo artigo, você vai conhecer mais detalhes de como essa arma consegue fazer isso.


Um pouco de história

As armas inteligentes surgiram nos moldes que as conhecemos hoje alguns anos após o término da Segunda Guerra Mundial. As primeiras tentativas de criar armas guiadas e “autônomas” utilizaram radares.
Os mísseis recebiam seus próprios sensores para rastrear o ambiente a sua volta, mas não conseguiam transportar transmissores que tivessem a capacidade de mantê-los comunicáveis e operáveis a longas distâncias. A saída era a aeronave de disparo acompanhar o percurso do projétil e “mostrar” o alvo, o que a deixava muito vulnerável.
Além de ser muito grande e pesado, esse tipo de míssil se mostrou um armamento caro e ineficiente: a cada 10 projéteis lançados, apenas um acertava o seu alvo. No ano de 1947, o físico naval Bill McLean imaginou e começou a trabalhar em um armamento que mirasse no calor.
Então os grupos de pesquisa militares começaram a adotar um pequeno sensor com células fotovoltaicas para que as altas temperaturas emanadas pelas aeronaves inimigas fossem “vistas” pelo míssil. O primeiro protótipo de um Sidewinder levantou voo e foi disparado pela primeira vez em 1953.


A estrutura do míssil

De lá para cá, obviamente, já foram acrescentadas inúmeras melhorias e aperfeiçoamentos no sistema de funcionamento dos mísseis Sidewinders. Hoje, esses projéteis possuem uma relação complexa de componentes e sistemas eletrônicos.



Série : "Armas usadas pelas forças militares mundias" #01 - FN SCAR




FUZIL DE ASSALTO FN SCAR

O fuzil de assalto FN SCAR, é o mais novo projeto da fábrica belga de armamentos Fabrique Nationale de Herstal, subsidiária da belga FN nos EUA. Ele surgiu para substituir os fuzis M16, M4, M14 e M21 do Comando de Operações Especiais do Exército dos Estados Unidos (USSOCOM). Entre suas outras qualidades, tem uma confiabilidade imbatível (pode ser enterrado na areia fina sem carregador, desenterrada e continuar atirando) é uma das únicas armas do mundo que aceita dois calibre diferentes, o 5,56 NATO (versão Light 'leve' ou Mark 16) e o 7,62 mm NATO (versão Heavy 'pesada' ou Mark 17), que permite que se tenha uma arma 'sniper' (franco-atirador) montada rapidamente a partir de um fuzil comum, uma ótima opção para a USSOCOM, cansada das trocas de calibre. A arma é totalmente ambidestra e feita de polímeros (plástico). Possui 3 comprimentos diferentes de cano para o SCAR-H e o SCAR-L, o Standard (padrão), o Close Quarter Combat (combate urbano, curto) e o Sniper Version/Variant (variante sniper).
Possui muitos acessórios acopláveis, graças à suas telhas picattiny - como silenciador, miras telescópicas (basta apenas dobrar a mira comum), miras laser, um lança-granadas exclusivo que aperfeiçoou o M203, empunhaduras verticais de vários modelos, que sendo a única exceção falta de uma baioneta. Sua coronha pode ser encolhida e rebatida e possui um apoio para o rosto durante a mira.

Está em fase de pesquisa a adoção de um calibre intermediário entre o 7,62x51 e o 5,56x45, como o 6,5x39 Grendel, o 6,8x43 SPC, e provavelmente seja esse o único motivo para um rejeição do FN SCAR por parte dos integrantes do Exército Estadunidense, além dos carregadores não serem transparentes. O FN SCAR possui carregadores próprios para o 7,62x51 - com 20 balas e o 5,56x45 - com 30 balas.

Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil

Os cerca de 15 000 fuzileiros navais brasileiros formam o Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil. Geralmente quando se fala apenas "fuzileiro", subentende-se que se refere à "fuzileiro naval".
O elemento principal do CFN é Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE). A FFE, por sua vez, integra a Divisão Anfíbia (de escalão brigada) que constitui a principal unidade dos fuzileiros navais, integrando um batalhão de comando e controle, três batalhões de fuzileiros navais, um batalhão de artilharia, um batalhão de blindados e um batalhão de controle aerotático e defesa antiaérea. Para lá da divisão anfíbia, o CFN inclui também a Tropa de Reforço, o Batalhão de Operações Especiais (Batalhão Tonelero), o Batalhão de Operações Ribeirinhas, o Comando da Tropa de Desembarque, a Base de Fuzileiros Navais do Rio Meriti e sete grupamentos de fuzileiros navais (subordinados aos vários distritos navais).
O Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil tem origem no contingente da Brigada Real de Marinha de Portugal, que chegou ao Brasil - acompanhando a Família Real Portuguesa - em 1808. Com a Independência, o contingente da Brigada Real de Marinha que ficou no Brasil passou a designar-se "Batalhão de Artilharia de Marinha". Em 1864 passou a chamar-se "Batalhão Naval", em 1895 "Corpo de Infantaria da Marinha", em 1924 "Regimento Naval" e em 1932 "Corpo de Fuzileiros Navais".

Brasil Acima de Tudo!Abaixo somente de Deus!

POLICIAIS SÃO SERES HUMANOS.

Ser policial é abraçar uma das mais difíceis profissões do mundo, tendo em vista os procedimentos de alto risco e as inesperadas situações emergenciais, que exigem do policial um desempenho rápido, correto, preciso, fundamentado na lei e em absoluto bom senso. 
Errar, ainda que possível, não se é admissível. A sociedade exige que este ser policial, vindo da mesma sociedade falível, mantenha-se perfeito em suas ações como se viesse de outro mundo.E porque não se pode errar? Porque representa para o ser policial a fuga do juramento feito e de pilares que norteiam um bom policial: a defesa da lei, dos direitos humanos e da devoção à profissão mesmo com o risco da própria vida! 
Ser policial, portanto, é estar diante de situações antagônicas e ao mesmo tempo complementares: é o enfrentamento da violência em defesa do cidadão. É a abordagem ao indivíduo suspeito com o fim de prevenir novos delitos. É a satisfação de prender quem acabou de cometer um crime. 
O maior orgulho e a melhor recompensa para o ser policial, é aliar as atividades do dia-a-dia com o servir ao próximo. Afinal, exerce esta árdua profissão em defesa do outrem e não para sua própria defesa. E aí reside o ponto alto de ser policial: a possibilidade experimentada por poucos de assumir o papel de guardião da sociedade! 
Vivem-se dias difíceis com os problemas enfrentados no mundo moderno na área de segurança pública. Naquilo que compete a este ser ele está buscando, dia-a-dia, a melhoria dos seus serviços em prol de uma sociedade mais segura. Mas querem mais deste ser. Responsabilizam-no por todos os problemas de insegurança pública, desconsideram os outros atores sociais presentes na sociedade. Exige-se que ele resolva as complexas questões desta área como um super herói, um super ser policial.
Como em toda profissão, há aqueles que desviam suas condutas. Mas as instituições policiais são compostas em sua maioria, por seres imensamente devotados à causa maior de servir e proteger o cidadão. Se errarem é porque infelizmente não são Seres policiais, são humanos!

O QUE VOCÊS ACHAM DESSA "ENGENHOCA"?

ATÉ QUE É ÚTIL RS

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=tAW72Y_XPF4


Aqui no Brasil, a comercialização e produção de armas legais são bastante controladas pelo governo. Nos Estados Unidos, há algumas unidades federativas que possuem leis mais flexíveis para isso, como é o caso do Texas. E é lá que está Cody Wilson, um dos principais nomes por trás da Defense Distributed — uma instituição sem fins lucrativos que pretende armar qualquer pessoa que julgar isso necessário.
E uma das principais ações deles está na produção de armas independentes, que qualquer pessoa pode ter. É bom deixar claro que estamos falando de qualquer pessoa que possua uma impressora 3D, porque é com base nesse equipamento que os armamentos podem ser criados. E agora a Dsfense Distributed acabou de criar a primeira metralhadora semiautomática impressa do mundo.
O novo equipamento é modular e pode ser montado com diversos tipos de tambores diferentes, garantindo mais possibilidades para os atiradores de plantão. Segundo os próprios responsáveis pelo projeto, a arma conseguiu ultrapassar a marca de 660 disparos sem apresentar qualquer defeito — não foram feitos mais testes por falta de munição.